Os dioramas da coleção

 

Dioramas são réplicas, em miniatura, de garagens, oficinas mecânicas, prédios, cidades ou de qualquer situação do dia-a-dia.

Na minha coleção, possuo dezenas de dioramas, dentro os quais uma réplica (feita em resina – 40 cm X 50 cm) da mansão de Henry Ford, em Fairlane (Michigan); do primeiro prédio da fábrica da Ford, em Dearborn (Michigan); do Grande Hotel de Araxá (MG), onde, anualmente, é realizado o Encontro Nacional de Automóveis Antigos; batalhas da Segunda Guerra Mundial; cenas de ralis, dentre outros.

Embarquemos nessa viagem! 

 

(Texto: JL Cantanhêde)

 

 

Réplica (papel, resina, madeira, arame) da sede mundial da Ford (Edifício Henry Ford II World Center), em Dearborn, Michigan; o imóvel é conhecido como Palácio de Vidro

Diorama da Praça Dealey, em Dallas, Texas (EUA), local em que foi assassinado o carismático presidente americano John Kennedy, em 22 de novembro de 1963; no detalhe, a limusine Ford Lincoln Continental 1961 (escala 1:43), conhecida como X-100 (codinome dado pelo Serviço Secreto dos EUA) e o prédio do Depósito de Livros Escolares do Texas, onde, em uma janela do sexto andar, Lee Harvey Oswald (um ex-fuzileiro naval) teria efetuado três disparos contra o presidente JFK (o primeiro disparo foi desviado por uma árvore e ricocheteou no cimento, chegando a ferir a testemunha James Tague. 3,5 segundos depois, dá-se o segundo disparo, que chega a Kennedy por trás e sai pela sua garganta, ferindo também o governador do Texas, John Connally. O presidente deixa de saudar o público, e a sua esposa o encosta no assento. O terceiro disparo ocorre 8,4 segundos depois do primeiro disparo, precisamente quando o automóvel passava em frente da pérgula John Neely Bryan, feita de cimento, Quando o terceiro disparo atingiu a cabeça de Kennedy, Jaqueline Kennedy reagiu saltando para a parte traseira do veículo. Clint Hill, agente do serviço secreto, conseguiu alcançar a mala do carro na tentativa de ajudar o presidente)

 

O Ford Lincoln limusine chegou à Elm Street às 12h30, após ter percorrido as principais ruas do centro de Dallas

Dentro da limusine presidencial estavam o presidente JFK e sua mulher, Jackeline (sentados no último banco), o então governador do Texas, John Connaly, e sua mulher, Nellie (no banco do meio), o motorista e um agente federal americano

A comitiva incluía 12 carros, 10 motos e alguns agentes federais que acompanhavam o evento a pé

 

O avião presidencial pousou no aeroporto Love Field, em Dallas, às 11h40, e, após terem sido calorosamente recebidos por uma multidão nas cercanias, o presidente JFK e a primeira-dama  Jacqueline embarcaram na limusine

Segundo arquivos sobre o assassinato do estadista americano, foi o próprio John Kennedy que solicitou um carro aberto para que ficasse mais próximo de seus eleitores; ele tentava a reeleição no ano seguinte (1964); perceba que na traseira da limusine havia duas alças sobre a lataria, local em que ficavam dois seguranças em pé

Visão do prédio do Depósito de Livros Escolares do Texas (vista da Rua Houston, por onde a comitiva passou vinda no outro sentido desta rua)

O mapa da rota da comitiva presidencial

Os principais jornais americanos (dentre os quais o The New York Times) destacaram a trágica morte do presidente Kennedy

A visão do assassino: Lee Oswald, do sexto andar do DLET, levou cerca de oito segundos para matar o presidente Kennedy; nesta tomada, o matador deu o primeiro tiro, que ricocheteou em uma árvore, acertou em uma dessas placas de trânsito e em uma testemunha (James Tague) que estava na calçada, na Praça

Detalhe do gramado inclinado, ao lado da calçada; perceba a enorme proximidade da limusine das pessoas que ali estavam; foi deste ponto que um cidadão chamado Abraham Zapruder, dono de uma loja de roupas femininas, filmou a entrada da comitiva na Elm Street, os tiros e a fuga desesperada do carro em direção ao hospital, segundos depois do atentado; o filme de Zapruder serviu de referência para a Comissão Warren (criada pelo presidente empossado Lyndon Johnson) analisar minuciosamente o caso

O horário fatal - 12h30 (hora de Dallas), 14h30 (hora de Brasília), no alto do prédio do DLET; o presidente Kennedy foi declarado morto às 13h38, após ter tido esfacelada parte do crânio e do cérebro; o corpo dele permaneceu algumas horas no Hospital Parkland, e depois foi trasladado para Washington, onde foi sepultado 

 

O Ford Lincoln Limusine X-100 está atualmente em exposição no Museu Henry Ford, em Michigan, EUA; após a morte de JFK, o carro ainda serviu a outros cinco presidentes americanos; foi totalmente modificado - incluíram, principalmente um teto e virdos à prova de balas

 

A proximidade da limusine com as pessoas que presenciaram tudo é algo impressionante

Em 1993, foi colocada uma placa no gramado em frente ao local (no asfalto) em que o presidente JFK recebeu os tiros; na placa está escrito que todo o conjunto arquitetônico da Praça Dealey (prédios, gramado, postes, fontes de água etc) está preservado pelo patrimônio histórico nacional dos EUA

O X no asfatlo da Elm Street indica o local em que o presidente Kennedy foi assassinado; daqui até o prédio eram cerca de 80 metros de distância

A limusine Ford Lincoln Continental passou pela Elm Street a uma velocidade de 20km/h

 

Na época da morte do presidente JFK, eu tinha dois anos de idade; algum tempo depois, meus me contaram sobre o atentado, e, mesmo criança, fiquei impressionado com tudo aquilo

 

Texto do jornalista Filipe Fialho (Portal Visão) 

"A 22 de novembro de 1963, após 1 036 dias de poder, John Fitzgerald Kennedy foi morto em Dallas, Texas. Lee Harvey Oswald, o autor dos disparos, eliminou o homem que fazia sonhar os americanos, transformando o 35.° presidente num ícone que a história e as teorias da conspiração ajudaram a imortalizar.

Estava condenado a ser um grande presidente. Por vontade da sua família, dos seus colaboradores e por ele próprio ter preparado de forma metódica e obsessiva o seu lugar na história. Às 12 horas e 30 minutos de uma sexta-feira, 22 de novembro de 1963, três balas disparadas de uma carabina italiana Mannlicher-Carcano converteram-no, aos olhos de muitos americanos, no Presidente perfeito. O melhor que os EUA alguma vez tiveram.

Vinte e quatro horas depois do atentado na Praça Dealey, em Dallas, Arthur Schlesinger, um dos homens de confiança de John Fitzgerald Kennedy, escreveu: "Sei apenas que o assassino provocou um dano incalculável a este país e à humanidade. Vai passar muito tempo até que esta nação seja liderada de forma tão nobre como o foi nos últimos três anos." Estas palavras eram muito mais do que um elogio fúnebre, eram a consagração do mito, eram a prova de que o 35.° Presidente tinha sido capaz de mobilizar os seus compatriotas e fazê-los acreditar no caráter excecional da América, apesar de todos os seus defeitos, contradições e erros.

Uma foto original (de 1969) da Praça Dealey com o prédio do Depósito de Livros Escolares do Texas; em cima do imóvel, a placa da locadora de veículos e do relógio

O prédio do Depósito de Livros visto da Houston Street, alguns metros antes de a comitiva presidencial virar à esquerda, na Elm Street

 

Cinquenta e um anos e nove presidentes depois, JFK continua vivo na memória popular e o seu legado ainda inspira quase todos os que têm a pretensão de alcançar sucesso na política. Jack, como era conhecido, fez com que o clã Kennedy se convertesse na família real de um país republicano, uma versão americana de Camelot (JFK adorava a lenda do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda). Jacqueline Lee "Jackie" Bouvier, a sua mulher, tornou-se um modelo incontornável para todas as primeiras damas que lhe sucederam na Casa Branca.

 

A famosa janela do sexto andar do prédio do DLET: daqui, sobre uma caixa de papelão, a 80 metros de distância, Lee Oswald disparou três tiros contra o presidente John Kennedy; atualmente, todo este andar foi transformado no Sixth Floor Museum (Museu do Sexto Andar), que guarda artigos sobre o dia do assassinato de JFK

A entrada do Museu do Sexto Andar 

JFK foi o mentor de algumas das mais progressistas reformas, nos EUA, como, por exemplo, os direitos civis para a população negra mas, na política externa, há quem o descreva como um falcão que acumulou erros e medidas polémicas: a frustrada invasão de Cuba, a crise dos mísseis e a corrida às armas para conter a URSS, o reforço do contingente militar no Vietnã, onde mais de 55 mil soldados americanos viriam a morrer até 1975... No entanto, poucos duvidam da sua capacidade de improviso para unir e mobilizar o seu país. Em abril de 1962, mal Yuri Gagarin se tornou o primeiro ser humano a viajar no espaço sideral, JFK desafiou todos à sua volta para que os EUA pusessem um astronauta na lua antes da URSS e até o final dessa década. O seu sonho concretizou-se. Hoje, 74% dos americanos, segundo uma sondagem da Fox News, não acreditam na versão oficial da sua morte.

Nem mesmo o atual chefe da diplomacia do país, John Kerry. Um presidente como Kennedy jamais poderia ter sucumbido aos miseráveis tiros de um antigo marine tresloucado. Lee Harvey Oswald era um zé ninguém. Só podia estar a soldo de alguém muito importante..."

A carreira política e a morte de John Kennedy tiveram ligação umbilical com a televisão. Para se ter uma ideia de tal ligação, o assassinato de Kennedy é um dos eventos internacionais que a televisão brasileira transmitiu mais dias ininterruptamente. Esse recorde só foi batido pelo atentado às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001. Nem a transmissão ao vivo da Guerra do Golfo (1991) havia conseguido superar a cobertura da morte de Kennedy. (Fonte: Barsa Saber)
 

Réplica do atentado terrorista contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York (EUA), em 11 de setembro de 2001; evento foi a maior agressão externa sofrida pelos Estados Unidos em sua história, e marcou para sempre a história mundial; um total de 2.811 pessoas morreram no WTC, sendo 2.654 nas duas torres; das 14 mil que estiveram no WTC, no dia do atentado, cerca de 12 mil conseguiram escapar da morte

O Complexo do World Trade Center foi construído entre 1970 e 1987; lá havia seis subsolos com um centro comercial, estacionamento para dois mil carros, acesso para duas estações de metrô; o conjunto gerava 50 toneladas de lixo por dia e consumia 8,5 milhões de litros de água; havia 43.608 janelas nas torres gêmeas, que tinham fachadas cobertas de liga de alumínio com janelas de apenas 56cm de largura; em cada torre havia 99 elevadores; a Torre Norte teve sua construção finalizada em dezembro de 1970, e a Sul, em julho de 1971; a inauguração oficial foi em 1973  

Mapa ilustrativo com a localização de cada um dos sete prédios que compunham o Completo do World Trade Center

Dois aviões Boeing, sequestrados por terroristas comandados por Osama Bin Laden, líder da organização islâmica Al Qaeda, atingiram as duas torres do WTC; as aeronaves, a uma velocidade de 750km/h, levaram dois minutos para cruzar os 22km da Ilha de Manhattan, em Nova York, até explodirem contra os dois edifícios; no momento do choque, nas zonas de impacto, cerca de 600 pessoas perderam a vida 

O World Trade Center era um complexo formado de sete edifícios, sendo as torres gêmeas os maiores (cada uma tinha 413m de altura, e eram separadas por uma distância de 40m); no WTC, cuja área total era de 64.750 m², funcionavam escritórios de 400 empresas de 25 países (3% das empresas de Manhattan); 50 mil pessoas trabalhavam lá diariamente; a antena no topo da Torre Norte tinha 110m de altura e era usada por 10 emissoras de televisão de Nova York; foram utilizadas 200 mil toneladas de aço na construção do World Trade Center 

Ilustração que mostra as consequências das explosões nas Torres Gêmeas: prédios no entorno também foram atingidos com destroços

A Torre Norte levou 102 minutos para desabar, enquanto a Sul, 59 minutos; a Torre Sul levou 10 segundos para desmoronar - o abalo foi tão forte que a terra tremeu em ondas capturadas em um sismógrafo a mais de 400km de distância, no Estado de New Hampshire; o projeto do construtor das duas torres - o arquiteto Minoru Yamasaki - previa que os prédios suportariam até um furacão de 225km/h 

  

Réplicas de vários modelos Ford (Mondeo, F-150, Transit) nas ruas do entorno do World Trade Center - Ruas Vesey, Church, West e Liberty;veja o WTC 4 (construído em 1970), que foi demolido devido ao colapso das duas torres

Para nunca esquecer

"Imagine todas as pessoas vivendo suas vidas em paz" (John Lennon)

Réplica (resina, madeira, arame, papel) da queda do Muro de Berlim, ocorrida em 9 de novembro de 1989; no detalhe, mini de um Ford Focus ST 2010 (escala 1:24), produzido na fábrica da Ford de Saarlouis, e um guarda de fronteira da República Democrática Alemã (RDA - a Alemanha Oriental)

Em 2014, comemoraram-se 25 anos da queda do Muro de Berlim., consequência daGuerra Fria. O muro, classificado como "da vergonha" pelo ocidente e como "muralha de proteção contra o antifascismo" pelo leste, permaneceu de pé por 28 anos, dois
meses e 27 dias.  Em sua construção, decidida na reunião do Pacto de Varsóvia (Moscou, junho de 1961) por iniciativa da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), trabalharam cerca de 40 mil soldados e policiais da República Democrática da Alemanha (RDA – a Alemanha Oriental) . Com 162 quilômetros de extensão, a barreira de concreto cruzava Berlim e rodeava a parte ocidental, transformando-a em uma "ilha". A origem damuralha está na divisão da Alemanha, decidida pelas potências vencedoras (Estados Unidos, Reino Unido, França e URSS) da Segunda Guerra Mundial e que, em 1949, acabou gerando dois países: a República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental) e a República Democrática da Alemanha (Alemanha Oriental) .

Formalmente, o muro caiu às 22h (hora local) do dia 9 de novembro de 1989, quando
se abriu o primeiro posto fronteiriço, em Bornholmerstrasse. No entanto, o fato pegou
os políticos desprevenidos. O então chanceler da Alemanha Ocidental, Helmut Kohl,
estava em Varsóvia (Polônia) em visita oficial e só voltou a Berlim no dia seguinte.

Depois da queda, o debate, então, passou a ser sobre a reunificação. Os gritos de "Somos o povo", com o qual os berlinenses se manifestavam a favor da queda do muro 1989, foram trocados pelos de "Somos um povo". Em 1º de julho de 1990, teve início a união econômica, monetária e social. Em 3 de outubro, entrou em vigor do Tratado de Unificação da Alemanha Ocidental e da RDA. As primeiras eleições aconteceram em 2 de dezembro do mesmo ano. Com a reunificação, Berlim recuperou o título de capital, mudança aprovada pelo Parlamento em junho de 1991, e, em agosto de 1999, o Governo federal se instalou oficialmente na cidade. Da velha Berlim, restam 1,3km de muro, trecho que recebeu o nome de East Side Gallery após ter sido grafitado por dezenas de artistas de todo o mundo. As autoridades também decidiram manter a passagem fronteiriça de Check Point Charlie, outro famoso ponto turístico local.

Estes são alguns dos números mais impactantes relacionados ao Muro de Berlim,
construído há 53 anos para separar a Alemanha Oriental (RDA) da Ocidental
(Alemanha): - 1.400km tinha a fronteira entre as duas Alemanhas; - 136 pessoas, ao menos, morreram tentando atravessar a chamada "faixa da morte"; para chegar à Alemanha Ocidental, embora algumas instituições elevem este número para acima dos 1.600; - 100 mil cidadãos da RDA tentaram fugir de seu país entre 1961 e 1989, os anos em que o Muro de Berlim separou os dois lados; - 251 viajantes dos dois lados morreram durante ou em consequência da fiscalização realizada na fronteira separada pelo Muro, a maioria por ataques cardíacos; - 200 mil pessoas deixaram a RDA em 1960, o último ano no qual a fronteira entre as duas Alemanhas permaneceu aberta. Entre 1945 e 1961 cerca de 3,5 milhões de pessoas tentaram abandonar o setor soviético de Berlim; - 302 torres de vigilância foram erguidas ao longo da fronteira entre as duas

Alemanhas.

Números impressionantes: - 162km era a extensão do Muro de Berlim, dos quais apenas 43km percorriam o centro da atual capital alemã. O resto rodeava o enclave aliado de Berlim Ocidental dentro do território da RDA; - 500 mil metros quadrados de superfície era a área total da "terra de ninguém" que separava a Berlim Ocidental da Oriental; - 24km dessa fronteira eram formados por rios e canais; - 12km de concreto e 10 mil quilômetros de arame farpado conformavam o material utilizado para o Muro de Berlim; - 4 metros era a altura média do Muro de Berlim; - 14 passagens fronteiriças eram utilizadas para fiscalizar o tráfego de pessoas e mercadorias entre Berlim Ocidental e o lado oriental; - 193 ruas foram afetadas pela construção da "faixa da morte" em Berlim, entre as quais se destaca a Bernauer Strasse, também conhecida como "rua das lágrimas"; - 12 linhas de trem e metrô foram interrompidas pela construção do chamado "Muro da Vergonha"; - 11.500 soldados e 259 cachorros vigiavam a fronteira de Berlim Ocidental; - 35 lances e pedaços do Muro permanecem conservados atualmente, entre os quais se destacam os bastante decorados da "East Side Gallery", os da Bernauer Strasse, os do Parlamento das Árvores, e os colocados na moderna Potsdamer Platz; - 10.315 dias, ou algo mais de 28 anos, foi o período no qual o Muro se manteve de pé, isto é, entre o dia 13 de agosto de 1961 e 9 de novembro de 1989.

Fonte: Yahoo Notícias (Portal) e Agência Espanhola EFE

Detalhe de um Ford Focus ST 2010 (escala 1:24), produzido na fábrica da Ford de Saarlouis, no oeste da Alemanha; o modelo é produzido lá desde 2005; também é feito na fábrica da Argentina, de onde é exportado para o Brasil (Fonte: Portal Tudo Sobre Rodas)

Miniatura de um volkspolizei ou volpo, a chamada "polícia do povo" ou guarda de fronteira da RDA, que patrulhava o lado comunista do Muro de Berlim

Com orgulho, guardo fragmentos do Muro de Berlim, doados pela minha colega do TRE-MG Rosarlete de Assis Roedel, que esteve na capital alemã e trouxe como souvenir esse pedaço importante da história mundial; a família do marido dela, Guilherme Roedel, tem parentesco alemão; percebe-se que os dois pedacinhos colados no acrílico são pintados possivelmente com tinta spray utilizada para grafitar o Muro no lado ocidental; veja, no detalhe do acrílico, a data de construção do Muro - 13 de agosto de 1961, e a data da queda - 9 de novembro de 1989 

25 anos após a queda do Muro de Berlim, alguns alemães ainda vendem pedaços do concreto a turistas de todo o mundo que visitam a capital alemã; alguns poucos trechos do Muro foram preservados pelas autoridades da Alemanha (incluindo as torres de observação, o gramado e os obstáculos colocados no chão para impedir a fuga de quem tentasse atravessar as barreiras); também foi criada a East Side Gallery, no lado leste do Muro, com 1.316 metros de extensão, dedicada aos artistas de todo o mundo que queiram expressar sua arte como forma de protesto

Diorama da invasão da sede do jornal "O Globo", no Rio de Janeiro (RJ), em 31 de março de 1964, às 8h10 da manhã, por fuzileiros da Marinha brasileira, comandados pelo então almirante Cândido Aragão.

Note alguns veículos militares Ford do Exército brasileiro, que deram cobertura à invasão: Ford F-600 1963, Jeeps CJ-5 1963, M8 Greyhound e F-75 1963; invasão foi comandada pelo almirante Cândido Aragão, a mando do governo do então presidente do Brasil João Goulart, o Jango.

A sede de "O Globo" situava-se à Rua Irineu Marinho, no Centro do Rio; na época, o jornal (e outros veículos de imprensa) eram contrários à anunciada reforma sindical apregoada pelo então presidente Jango, que queria realizá-la "na lei ou na bala"; setores da sociedade brasileira reagiram contra o então chefe do Executivo e apoiaram o Golpe Militar de 1964, que depôs o presidente e instalou a ditadura no País durante 21 anos.

A edição de 1º de abril de 1964 do jornal "O Globo" não saiu, porque trazia um editorial que informava sobre a real situação do Brail, naqueles dias; o jornal só circulou no dia 2 de abril de 64.

Em 31 de março de 1964, a porta principal do GLOBO, na Rua Irineu Marinho, foi interditada por militares, que tinham ordem do governo de impedir que o jornal fosse impresso: no dia 1º de abril, não houve edição

Foto original da ocupação da sede do jornal "O Globo", no Centro do Rio; no detalhe, militares vigiam a porta de entrada do jornal

Réplica do McLaren-Ford MP 4/8 1993, carro com o qual o tricampeão Ayrton Senna obteve sua última vitória na Fórmula 1

Recriação do circuito de Donington Park, em Londres, Inglaterra, GP da Europa, 11 de abril de 1993; neste dia, o incrível Ayrton Senna fez a volta mais espetacular da Fórmula 1; Senna largou em quarto lugar, perdeu uma posição; mas antes do final da primeira volta, ultrapassou quatro concorrentes - Karl Wendlinger, Michael Schumacher, Damon Hill e Alain Prost - para assumir a liderança da prova, que foi vencida por ele (Senna)

Foto do GP da Europa, no circuito de Donington Park, Inglaterra, 11 de abril de 1993; prova foi vencida por Ayrton Senna debaixo de muita chuva

A garagem do colecionador tem uma Ford F-100 1953 e um Ford Thunderbird 1966...

uma Ford F-100 1953 e um Ford Mustang Shelby 1968...

dois Fords Mustang - Shelby 1968 e Shelby Cobra AC 427 1965

...e também um Ford Focus Turnier 2005 e um Ford Mondeo Turnier 2006

Recriação do Corso Carnavalesco com um Ford Modelo A Cabriolet 1931; o Corso era um desfile de foliões em carro aberto, pelas ruas de cidades brasileiras, nos anos 30 e 40

Réplica da casa de infância do Dr. Martin Luther King Jr., em Atlanta, Georgia, USA

Foto da casa de infância do Dr. Martin Luther King Jr., em Atlanta, Georgia, USA; atualmente o local é um memorial aberto à visitação pública

Recriação da Batalha de Ardenas, ou Batalha do Bulge, na floresta de Ardenas, Bélgica, durante a Segunda Guerra Mundial

A Batalha de Ardenas ocorreu entre dezembro de 1944 e janeiro de 1945, e foi travada sob o rigoroso inverno europeu; as tropas Aliadas, lideradas pela 295ª Divisão de Infantaria do Exército dos Estados Unidos, venceram tropas nazistas

Veja um Ford Jeep GPW 1941 dando suporte a tropas americanas na Batalha de Ardenas, na Bélgica, durante a Segunda Guerra Mundial

Recriação da casa de infância do Dr. Martin Luther King Jr., em Atlanta, Georgia, USA; veja dois Fords na frente da casa: Modelo T 1909 e Galaxie 1964

Uma Ford Ranger XLT 2009 encara velha ponte de madeira

A famosa Vila do Chaves, personagem criado pelo ator mexicano Roberto Bolaños, nos anos 70, e que fez muito sucesso no Brasil, a partir de meados dos anos 80

Picape Ford F-100 Ranger 1968, utilizada no seriado da tv mexicana "Chapolin Colorado'', dos anos 70; personagem também foi criado por Roberto Bolaños

Os eternos personagens da Vila do Chaves - Kiko, Dona Florinda, Dona Clotilde (a Bruxa do 71), Seu Madruga, Seu Barriga, Professor Girafales

Uma picape Ford F-75 1980 chama a atenção por onde passa

Um Ford Ka 1998 parado em frente à minha pequena casa de infância, em São Luís do Maranhão. Bons tempos!!!

Um dia, quem sabe, eu volto para rever minha casa de infância, lá em São Luís, e vá neste Ford Mustang 1968.

Réplica (plástico, 42cm de diâmetro) do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão (antes da reforma para a Copa do Mundo de 2014); a maquete é uma homenagem a meu clube de coração e melhor equipe brasileira do Século XX - o Cruzeiro Esporte Clube, tricampeão nacional (1966, 2003 e 2013), que, atualmente, manda seus jogos no estádio

O Mineirão foi inaugurado no dia 5 de setembro de 1965, na gestão do então governador de Minas Magalhães Pinto; no detalhe, as cabines de radio e de televisão e duas ambulâncias Ford E-350 2010

Detalhe de carros da Ford (1cm de comprimento) no estacionamento: Rural 1973, Ford 1937, Maverick GT 1975 e Transit 2010

Aqui vivi muitos eventos bacanas: em 1976, com meu pai, assisti a um sensacional jogo entre Cruzeiro e Internacional (5 a 4 para os celestes), pela Copa Libertadores; em dezembro daquele ano, também, vi o segundo jogo da disputa pelo Mundial Interclubes entre Cruzeiro e Bayern (Alemanha); já em 1997, fui testemunha da segunda conquista da Raposa da Taça Libertadores da América

Diorama do Dia D - chegada de tropas aliadas no noroeste da França, em junho de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial (no detalhe, Fords Jeeps GPW)

 

Réplica da Fonte do Ribeirão, em São Luís do Maranhão

Maquete da fachada de minha casa em São Luís do Maranhão (aqui nasceu minha paixão pela Ford, nos anos 60)

Cenas de Londres: turistas passeiam perto de um Ford Anglia 105E 1962

Cenas de Times Square, New York (EUA): turistas na estação do metrô; ao lado, um Ford Crown Victoria 1999 (táxi)

Garagem dos Fords Mustang - Hard Top 1964 e Mach III 1998

Diorama com exposição de vários modelos do Ford Mustang

 

Aproveitando a ida a um salão do automóvel, fotógrafo registra a presença de um Ford Shelby GR1 Concept 2007

Oficina mecânica com iluminação; note uma picape Ford 1940 no conserto 

Reunião de Fordinhos hot rods em uma cidade da Califórnia (EUA)

Ford E-350XL RV Camper 2005 encara trilha em passeio de fim de semana

O valente Ford Jeep CJ-5 1972 encarando essa perigosa e precária ponte de madeira no interior do Brasil

O jipinho brasileiro Ford Troller (este de 2007) em seu passeio pelo campo

Ford Ecosport 2013 na trilha

Pela estrada empoeirada passam um Ford Ranchero 1957 (escala 1:43)... 

 

Diorama da concessionária BH For, em Belo Horizonte, MG, Brasil; aqui levo meus carros Fords "de verdade" para revisão 

Lanchonete dos anos 50, com um Ford Deuce Coupe 1932

Diorama de motel americano com um Ford Windstar 2005 parado na entrada

Oficina com mecânicos dançarinos ao redor de um Ford Coupe 1932

Diorama de uma Ford Explorer Sport Trac 2004 ao lado de banca de revista em Boston (EUA)

Dois Fords Modelo T 1913 embaixo do Passadiço da Glória, em Diamantina, MG

Um Ford Bronco 1973 (escala 1:43) encara essa lama em uma trilha nos EUA

Réplica (resina) do Complexo Rouge, o maior complexo industrial do mundo, nos anos 20, inaugurado pela Ford

Um Ford Ka 1998 (escala 1:87) transita pelas ruas estreitas da histórica Olinda, PE

Diorama de exposição do Ford Mustang (escala 1:64)

Diorama do Grande Hotel e Termas de Araxá, MG, onde, anualmente, é realizado o Encontro Nacional de Automóveis Antigos (no detalhe, no tapete vermelho, Fords em escala 1:64)

Réplica da mansão onde morou Henry Ford, em Fairlane, Michigan, EUA

Diorama de oficina mecânica para um Ford 1932

Duas réplicas do Ford Modelo T 1914 passeiam pela Rua Direita, em Congonhas do Campo, MG

Réplica de banca de revista de Boston, Massachusets, EUA, com destaque para edições do jornal de Ford The Dearborn Independent 

Diorama do Rali dos Sertões, no Nordeste brasileiro; detalhe para o heptacampeão na categoria "caminhões leves" - o Ford 4 mil 2010

Diorama de outra mansão onde viveu Henry Ford, em Detroit, Michigan

Réplica da primeira fábrica da Ford, em Detroit; no detalhe, dois modelos do Ford Modelo A 1903

 

Diorama de oficina mecânica com destaque para um Ford GTX1 Roadster 2005

Uma Ford F-1 1948 envelhecida e abandonada; este modelo deu origem à famosa série de picapes F-Series, recordistas de venda no mundo, com 35 milhões de unidades produzidas pela Ford 

Réplica da linha de montagem do antigo Ford Ecosport, na fábrica de Camaçari, BA, que possui 512 robôs

Dioramas da ocupação pelo GATE da Polícia Militar do RJ no Complexo do Alemão, em 2010, que culminou com a expulsão de vários marginais do local; no detalhe, o famoso Ford Caveirão 2007 (resina), construído a partir do chassi de um Ford Cargo 815

Diorama da apresentação do Ford Quadriciclo 1896, tendo ao fundo o barracão em que Henry Ford construiu seu primeiro veículo, em Detroit, Michigan

A famosa cena no filme "Jurassic Park", em que um T-Rex destrói um Ford Explorer 2005 (réplica de resina, arame e isopor)

Mais uma cena em diorama do Dia D: aqui as tropas aliadas desembarcam na França pelas lanchas Landing Craft Assault (LCA), que eram equipadas com motor V-8 fabricado pela Ford

Diorama para dois ícones da Ford: o Modelo T 1913 e o Fairlane 1957 (ambos em escala 1:64)

Diorama (arame e madeira) da Fordlândia, vila idealizada por Henry Ford, nos anos 20, no Pará, para extração de borracha para feitura dos pneus do Modelo T, nos Estados Unidos

Garagem para Ford Mustang (escala 1:43); no detalhe, os Mustangs Mach 3 1998 (esq.) e Hard Top 1964

Concessionária para venda de Fords hot rod (anos 30)

Diorama da linha de produção do Ford Modelo T, em 1913, em Highland Park, terceira fábrica da Ford; no detalhe, a finalização das 29 etapas, no pátio externo

Réplica de oficina mecânica da Ford, nos anos 40; no detalhe, um Ford Woody Wagon 1949

Dia D, praia de Omaha, França: infantaria aliada ataca e vence a 352ª infantaria alemã, que foi derrotada quase 24 horas depois

Diorama de quarteirão em uma cidade americana; no detalhe, vários Fords em escala 1:64

Diorama da fachada da antiga sede do TRE-MG, em BH, MG; no detalhe, um caminhão Ford F-350 recolhe propaganda eleitoral ilegal, alvo da "Campanha Sujeira Não É Legal", promovida pelo TRE mineiro desde as eleições de 2010, a fim de conscientizar candidatos para uma campanha mais limpa

Réplica (em papelão, madeira, resina) do Centro de Apoio do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), em Contagem, MG

No detalhe, a saída das urnas eletrônicas para os locais de armazenamento em Belo Horizonte, MG; nas eleições de 2012, cerca de quatro mil urnas foram escoltadas pela PMMG para os batalhões da PM, onde ficaram até a madrugada do dia da votação, na Capital; percebem-se dois veículos Ford: um caminhão Cargo 2012 e um Ecosport 2010

Diorama da Tomada da cidade de Montese, no Norte da Itália, pela Força Expedicionária Brasileira (FEB), em 14 de abril de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial; no detalhe, dois Ford M-8 Greyhound, tanques de ataque cedidos pelo exército dos Estados Unidos; aos inesquecíveis pracinhas brasileiros, a nossa eterna homenagem!

Réplica de uma cena do Gymkhana 5, em que o Ford Fiesta 2012 HFHV do piloto americano de rali Ken Block percorre o centro de San Francisco, na Califórnia

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